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Do you know what is a native forest? What is their importance? In this article you can uncover the concept and, perhaps, make it increasingly a reality in our (Portugal) country. It would be great!

What is a Native Forest?

The Native Forest is, as the name suggests, a forest composed by native arboreal species, in other words, indegenous in their own territory and, consequently, well adapted to the climate and soil of the site.

So, the portuguese Native Forest its formed by trees originating in our country such as the common oak (Quercus robur), the portuguese oak (Quercus faginea), the strawberry tree (Arbutus unedo), the sweet chestnut (Castanea sativa), the bay tree (Laurus nobilis), the olm oak (Quercus rotundifolia), the Portugal laurel (Prunus lusitanica), the cork oak (Quercus suber), the wild cherry (Prunus avium), the stone pine (Pinus pinea), among others.

Source: Jardim Botânico UTAD. 

What is the Native Forest importance?

  • Formed by arboreal species well adapted to the climate and soil, its capable to resist pests and diseases and long periods of drought and intense rainfall, unlike the introduced species (called exotics);
  • It allows to maintain the ecosystems equilibrium, ensuring a perfect functioning of biotic and abiotic factors;
  • It helps to maintain the fertility of the rural areas, the biological balance of landscapes and diversity of genetic resources;
  • Its an important place of refuge and reproduction to a large number of native animal species, some in danger of extinction such as the Iberian wolf (Canis Lupus Signatus);
  • Has an important role in the regulation and improvement of climate, as well as in the carbon sequestration from the atmosphere, contributes to reducing the greenhouse effect and,therefore, allows the fulfillment of Kyoto Protocol objectives;
  • Regulates the hydrological cycle and the water quality and, also, works as a raw material and essential product in daily life;
  • Despite growing slowly, when well developed, its usually more resistant and resilient to wildfires (about this topic see more here);

There are native species in danger of extinction?

Yes, there are many native species in danger of extinction that  have acquired the status of special protection / conservation , such as stands and exemplars of common holly (Ilex aquifolium), olm oak (Quercus rotundifolia) and cork oak (Quercus suber).

Source: Jardim Botânico UTAD. 

Dominant species in some habitats are also protected, as the common box (Buxus sempervirens), the juniper (Juniperus spp.), the bay tree (Laurus nobilis), the Algerian oak (Quercus canariensis), the rhododendron (Rhododendron ponticum), the creeping willow subsp. Argentea (Salix repens subsp. Argentea) and the common yew (Taxus baccata).

Source: Jardim Botânico UTAD. 

The salvia-leaf willow subsp. Australis (Salix salviifolia subsp. Australis) is a interest community specie whose requires the designation of special areas of conservation.

Source: Flora-on.

What to do to improve the situation?

As we saw, the use of native species in our forest is of extreme importance!

Day November 23 was designated the Day of Native Forest. So, why not think about planting a native tree or participate in an event? But … remember, every day is desirable to plant native species!

To learn more about Portugal native species , namely what are its characteristics, the period of installation and preceding seed harvest, I advise you to consult the Guia de utilização de Espécies arbóreas indígenas em Portugal continental (2016).

Comments for more information or leave a suggestion.

Rita Basto, Green

Bibliography (text and pictures):

PT

Sabes o que é uma floresta autóctone? Qual a sua importância? Neste artigo poderás desvendar o conceito e, quem sabe, torná-lo cada vez mais uma realidade no nosso país. Seria o ideal!

O que é uma Floresta Autóctone?

A Floresta Autóctone é, tal como o nome o indica, uma floresta constituída por espécies arbóreas autóctones, ou seja, originárias do próprio território e, por conseguinte, bem adaptadas às condições edafo-climáticas do local.

Assim, a Floresta Autóctone portuguesa é formada por árvores originárias do nosso país, como é o caso do carvalho-roble (Quercus robur), do carvalho-cerquinho (Quercus faginea), do medronheiro (Arbutus unedo), do castanheiro (Castanea sativa), do loureiro (Laurus nobilis), da azinheira (Quercus rotundifolia), do azereiro (Prunus lusitanica), do sobreiro (Quercus suber), da cerejeira-brava (Prunus avium), do pinheiro-manso (Pinus pinea), entre outras.

Fonte: Jardim Botânico UTAD. 

Qual a importância da Floresta Autóctone?

  • Formada por espécies arbóreas bem adaptadas ao solo e ao clima, é capaz de resistir a pragas e doenças e a longos períodos de seca e chuva intensa, ao contrário das espécies introduzidas (designadas de exóticas);
  • Permite manter o equilíbrio dos ecossistemas, garantindo um perfeito funcionamento dos fatores bióticos e abióticos;
  • Ajuda a manter a fertilidade do espaço rural, o equilíbrio biológico das paisagens e a diversidade dos recursos genéticos;
  • É um importante lugar de refúgio e reprodução para um grande número de espécies animais autóctones, alguns em vias de extinção, como por exemplo o lobo-ibérico (Canis Lupus Signatus);
  • Exerce um importante papel na regulação e melhoria do clima, bem como no sequestro de carbono da atmosfera contribuindo para a redução do efeito de estufa e por isso, permite o cumprimento dos objetivos previstos no protocolo de Quioto;
  • Regula o ciclo hidrológico e a qualidade da água e funciona, ainda, como matéria-prima a produtos essenciais na vida quotidiana;
  • Embora de crescimento mais lento, quando bem desenvolvida, é normalmente mais resistente e resiliente aos incêndios florestais (sobre este tópico vê mais aqui);

Existem espécies autóctones em vias de extinção?

Sim, existem muitas espécies autóctones em vias de extinção que adquiriram o estatuto de especial proteção/conservação, como é o caso de povoamentos e exemplares de azevinho (Ilex aquifolium), azinheira (Quercus rotundifolia) e sobreiro (Quercus suber).

Fonte: Jardim Botânico UTAD. 

Espécies dominantes em determinados habitats estão também sujeitas a proteção, assim como o buxo (Buxus sempervirens), o junípero (Juniperus spp.), o loureiro (Laurus nobilis), o carvalho-de-monchique (Quercus canariensis), o rododendro (Rhododendron ponticum), o salgueiro-anão (Salix repens subsp. Argentea) e o teixo (Taxus baccata).

Fonte: Jardim Botânico UTAD. 

O salgueiro-branco (Salix salviifolia subsp. Australis) é uma espécie de interesse comunitário cuja conservação exige a designação de zonas especiais de conservação. 

Fonte: Flora-on.

O que fazer para melhorar a situação?

Como vimos, a utilização de espécies autóctones nas nossas florestais é de extrema importância!

O Dia 23 de Novembro foi designado o Dia da Floresta Autóctone. Então, porque não pensar em plantar uma árvore autóctone ou participar num evento? Mas… não te cinjas apenas a este dia, todos os dias são desejáveis para a plantação de autóctones!

Para saberes mais sobre as espécies autóctones de Portugal continental, nomeadamente quais são, as suas caraterísticas, a época de instalação e colheita de sementes, aconselho a consulta do Guia de utilização de Espécies arbóreas indígenas em Portugal continental (2016).

Para mais informações comenta ou deixe uma sugestão.

Rita Basto, Green

Bibliografia (texto e imagens):

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